
mostrando a sua fome da minha boca...


Abre as minhas entranhas e deflora os sentidos ainda virgens...
Aflore o seu lado animal...
me submeta...

Mostrando o quanto sou sua fêmea...
Se satisfaça...
Pra que eu tenha a minha loucura e desejos por você

Um blog muito erotico Cantinho é dedicada a quem vive ou viveu um grande amor ,paixão e para quem está procurando aEste quela pessoa especial. As vezes esta pessoa pode estar bem perto da gente. Ou para quem quer simplesmente falar de amor ou apenas curtir uma poesia, canção ou imagens ========Seja bem vindo============





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fim... |
Vem Delicia. ![]() Queres me provar Cuidado! Em mim poderás encontrar Delírios Devaneios Meu veneno é doce ![]() Meu veneno entorpece Meu veneno vicia ![]() vem delicia me devorar todinha me comer de cabo a rabo causar delirios e acabar em pleno prazer ![]() FIM... |
![]() Vontade... De te beijar, lamber, trincar, saborea De te afagar os cabelos De te envolver com minhas mãos De sentir o contorno da tua silhueta De encaixar o teu corpo em mim De te penetrar fogosamente De sentir a tua excitação De te matar de desejo De ouvir os gemidos Dos orgasmos a dois De te levar à exaustão De te ver repousar no meu peito De viver loucuras |

Gostosa de sentir
Quero provar-te por inteira
Tuas loucuras, teus devaneios
Teus fetiches, teus pecados! 
Quero que tu me degustes
Que tu me desfrutes
Cada vez mais!
Quero dar-te meus uis e ais!
Lambeijos em você todinha...








É você.
Simplesmente você.
Menino travesso.
Homem-menino.
Garoto teimoso.
É você.
De lábios abertos.
De corpo sedento.
Olhar de malícia,
De cara safada.
De jeito menino.
É você.
Que com jeito moleque,
Escreve-me em rimas
E me poeta em versos.
É você!
De gestos generosos.
De coração belo.
Homem de fé.
É você!
Simplesmente você.
Sempre você!
Meu amor!
LuBeau 19/05/2010

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Minhas poesias são registradas.
Não retire a autoria(LuBeau)
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e/ou outros escritos meus.
http://www.damanit.com.br/Mids_Velhos/Viajando_Passado/Ainda_Gosto_De_Voce.mid
![]() "Existem momentos na nossa vida que... nem o tempo pode apagar, são esses capazes de encher ou esvaziar o coração, quase tão intensos quanto sua lembrança. Momentos que não deixaremos para trás, sonhamos e acreditamos que podemos vivê-los novamente através de um simples ato: Fechar os olhos e lembrar..." ![]() ![]() |
![]() " Escute seu coração. Ele conhece todas as coisas, porque veio da Alma do Mundo e um dia retornará para ela." ![]() |

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a
ausência do outro, com a sensação de perda, de
rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda
estamos tão embrulhados na dor que não
conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos
a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física
da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa,
começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover
a saudade, de ficar livre, sem sentimento
especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor
tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir
se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta,
não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído,
tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável,
é uma sensação à qual a gente se apega.
Faz parte de nós. Queremos, lógicamente,
voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso
é preciso abrir mão de algo que nos foi caro
por muito tempo, que de certa maneira
entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que
a "dor-de-cotovelo" propriamente dita.
É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais,
mas interessa o amor que sentíamos por ela,
aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas:
"Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
http://www.umnovoencontromusical.com/nacional/FafaDeBelem-FoiAssim-UNEM.mid